Dossiê · 2026
Justiça social
Distribuição de ganhos, proteção de populações expostas e redução de desigualdades como critérios centrais da transformação.
Contexto e leitura estratégica
O tema e suas conexões.
Não há transição sustentável quando custos, riscos e benefícios são distribuídos de forma regressiva.
Eventos climáticos e mudanças produtivas atingem grupos de modo desigual. A justiça social exige participação, salvaguardas, acesso a serviços, proteção laboral e critérios territoriais capazes de tornar a política verificavelmente inclusiva.
Participação e proveniência
Contribuição e créditos
- Contribuição ou vínculo
- Agenda de pesquisa e implementação
- Créditos da fonte
- Curadoria do Instituto Global ESG
- Situação do registro
- Registro público
Guia de leitura
Principais pontos
- 01
Justiça distributiva
- 02
Justiça procedimental
- 03
Reconhecimento
- 04
Transição justa
Aprofundamento temático
Dimensões de análise
Justiça distributiva
Quem paga, quem recebe benefícios e como se repartem riscos e oportunidades.
Justiça procedimental
Participação informada, transparência, acesso à decisão e mecanismos de recurso.
Reconhecimento
Direitos, culturas e vulnerabilidades de povos, comunidades e grupos historicamente excluídos.
Transição justa
Trabalho decente, proteção social, requalificação e diversificação econômica territorial.
Da interpretação à ação
Caminhos de aplicação
Mapear impactos distributivos
Desagregar efeitos por renda, raça, gênero, idade e território.
Projetar salvaguardas
Incluir participação, compensação, proteção social e acesso proporcional.
Priorizar vulnerabilidades
Direcionar recursos segundo risco climático e déficit de serviços.
Publicar resultados
Acompanhar beneficiários, barreiras de acesso e correções realizadas.
Acesso e aprofundamento
Fontes e documentos
Os documentos integrais, condições de acesso e atualizações podem ser consultados nas respectivas fontes. Curadoria revisada em 08/10/2026.
Explore o repertório
