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Participação especial · OIM — ONU Migração · DPU

Conhecimento jurídico que atravessa fronteiras e protege pessoas.

A contribuição de Sóstenes Marchezine a uma publicação da Organização Internacional para as Migrações, conectando a experiência da advocacia brasileira à defesa dos direitos humanos de migrantes e refugiados.

Capa original do capítulo 13 do Manual de Atendimento Jurídico a Migrantes e Refugiados, com créditos de Sóstenes Marchezine
Capítulo 13 · OIM — ONU Migração e DPU · Capa original

Capítulo 13 · Anexo 2

Uma contribuição de experiência e atuação

O capítulo Migrantes indígenas: principais demandas, particularidades e dificuldades integra o Manual de Atendimento Jurídico a Migrantes e Refugiados. Sua elaboração reúne pesquisa, relatos de casos e uma contribuição da advocacia dedicada à proteção de direitos.

Sóstenes Marchezine, Samuel Medeiros, Anne Nascimento, Bianca Cartágenas e Yasmin Brígida assinam o relato Procedimentos práticos para a proteção dos direitos humanos de imigrantes e refugiados, no Anexo 2. O documento identifica a Ordem dos Advogados do Brasil — Pará como organização responsável.

A organização responsável pelo capítulo é a Cáritas Regional Nordeste 2, com autoria de Mona Mirella Marques Meira. A contribuição de Sóstenes está registrada nos créditos de elaboração e na autoria do relato de atuação, nas páginas impressas 32 a 43 do arquivo enviado.

Circulação internacional da experiência brasileira

A OIM — ONU Migração e a DPU promovem uma publicação voltada a fortalecer o atendimento jurídico a migrantes e refugiados. O projeto é financiado pelo Fundo da OIM para o Desenvolvimento e aproxima atores locais e autoridades federais no Brasil.

A presença da contribuição da OAB nessa obra dá projeção institucional à experiência brasileira: práticas desenvolvidas no território passam a integrar um repertório publicado por uma organização internacional e disponível para consulta e formação. Esse alcance conecta atendimento local, conhecimento compartilhado e cooperação em uma agenda que atravessa fronteiras.

Na trajetória de Sóstenes, a participação associa produção intelectual e compromisso humanitário. A contribuição transforma situações concretas de atendimento em conhecimento que pode apoiar profissionais, organizações e redes de proteção.

Uma experiência da seccional para o Sistema OAB brasileiro

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O relato informa que a maior parte das experiências compartilhadas ocorreu em Belém, com apoio jurídico prestado pela OAB. Essa origem territorial é central: são situações vividas no atendimento que dão substância à contribuição publicada.

Para o Sistema OAB, o conjunto oferece referências para formação da advocacia, intercâmbio entre seccionais e diálogo com comissões de direitos humanos e de migração. Os casos ajudam a discutir como documentação, proteção da infância, acesso ao trabalho e defesa das mulheres se articulam na prática.

O valor institucional está também na cooperação: advocacia, defensorias, Ministério Público, serviços de acolhimento e políticas públicas aparecem como partes de uma rede. A experiência permite aproximar conhecimento especializado e escuta, respeitando a identidade cultural das pessoas atendidas.

Quatro temas que dão forma à contribuição

Proteção de crianças

A contribuição aborda o acolhimento de crianças desacompanhadas, separadas ou sem documentos. O relato aproxima identificação, proteção e articulação com instituições responsáveis, com atenção à língua, à cultura e aos vínculos familiares.

Documentação e cidadania

A retificação de registros civis aparece como uma dimensão concreta do acesso a direitos. A experiência reúne caminhos administrativos e judiciais e mostra como questões documentais repercutem na vida cotidiana de pessoas migrantes.

Trabalho, educação e integração

O texto acompanha a contratação de pessoas indígenas Warao em iniciativas de educação no Pará. A discussão conecta reconhecimento da situação migratória, mediação linguística, valorização cultural e oportunidades de participação econômica.

Proteção de mulheres

A violência doméstica contra mulheres indígenas é tratada a partir do acolhimento, da orientação jurídica e da cooperação com a rede de proteção. O relato valoriza informação acessível e atenção às vulnerabilidades acumuladas.

O eixo comum é tornar o atendimento mais acessível e efetivo, aproximando conhecimento jurídico, atuação em rede e respeito à interculturalidade.

Créditos, leitura e documento

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Páginas 32 e 33: autoria de Sóstenes Marchezine e equipe, OAB Pará e introdução do relato
Abertura do Anexo 2 · Créditos e introdução · Páginas impressas 32–33

O arquivo preservado contém 25 páginas digitais, incluindo páginas duplas. A contribuição começa na página digital 17. A capa e a abertura do relato acima são reproduções do documento fornecido.